São Paulo – A Caixa Cultural inaugura nesta quinta, 5 de novembro, a exposição A Arte Indígena de Victor Brecheret.
Foram selecionadas 24 esculturas e 23 desenhos, inspirados na cultura indígena, brasilianista e marajoara, oriunda da Ilha do Marajó, no Pará. Inspirado nos antepassados e no primitivismo milenar, o artista criou grafismos que lembram escritas antigas. A terracota é um dos materiais que ele usava para entalhar lendas e mitos indígenas, como a obra Índio e a Suaçuapara, que ganhou o prêmio de melhor escultura nacional na 1ª Bienal de Arte de São Paulo, em 1951.
Amigo de Mario de Andrade, um dos realizadores da Semana de Arte Moderna de 1922, Victor Brecheret nasceu na Itália, mas considerava-se, acima de tudo, brasileiro. Entre seus trabalhos mais conhecidos, está o Monumento às Bandeiras, localizado em frente ao Parque do Ibirapuera, na capital paulista.
SERVIÇO
Caixa Cultural Sé
A Arte Indígena de Victor Brecheret
Na Caixa Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111
De 5 de novembro de 2009 a 10 de janeiro de 2010, de terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada gratuita
Visitas monitoradas para grupos, agendamento e informações: (11) 3321-4400
Debates e lançamento de livros marcam a semana de aniversário da Fundação Biblioteca Nacional. São 199 anos de acervo, originado da coleção que pertenceu à Família Real, e quase um século de obras preservadas na Cinelândia (Av. Rio Branco, 219), no edifício inaugurado em 1910. A Fundação Biblioteca Nacional organiza uma semana especial de eventos, em celebração ao aniversário da FBN e ao Dia do Livro, ambos comemorados em 29 de outubro.
Brasília – A Caixa Cultural recebe, a partir desta semana, Ayao Okamoto , um dos maiores representantes da nova pintura nipo-brasileira. O artista apresenta a exposição Memória Suspensa, que ficará na Galeria Piccola II até 29 de novembro.
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O programa De Lá Pra Cá desta segunda, 26 de outubro, relembra a vida e a arte de Anita Malfatti, que debutou no cenário artístico brasileiro em 1914, aos 24 anos. O trabalho da jovem pintora, entretanto, não teve grande repercussão naquele momento. Mas, três anos depois, após passar um ano estudando nos Estados Unidos, Anita iniciou verdadeiramente sua carreira como modernista. Seu trabalho marcou a primeira exposição de arte moderna no Brasil, em 1917. Foi ali também que ela dividiu opiniões.